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A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia ( SNCT) de 2014 ocorreu em outubro de 2014. O tema principal foi: “Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social”. Serão promovidas e estimuladas em todo o país atividades de divulgação científica e de apropriação social de conhecimentos científicos e tecnológicos relacionados com esse tema. A intenção foi explorar a curiosidade, especialmente de crianças e jovens, para a ciência e a tecnologia.
Nesta referida semana, no IFPI Teresina Zona Sul, realizamos “a sala do conhecimento com ajuda do QR code”. Revisamos conhecimentos gerais e mobilizamos alunos para uma leitura de forma lúdica e criativa.
1- Dividimos a turma 212 por equipes em diferentes áreas do conhecimento;
2- Cada equipe codificou 20 quizzes;
3- Colaram os códigos misturados na parede da turma;
4- Alunos que acertassem a resposta ganhariam um chocolate.
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eu e dinda
PROJETO ProAGRUPAR – Campus Teresina Zona Sul
As pesquisadora, Giselda Costa e Eurídice Sobral, através do Programa de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica- ProAGRUPAR do Instituto Federal do Piaui – IFPI, receberam R$ 25.000,00 ( vinte e cinco mil reais) como ajuda financeira para a aquisição de 47 smartphones LG, headphones Philips e uma câmara filmadora Sony. Este programa, tem por finalidade apoiar financeiramente, na forma de concessão de Bolsa de Incentivo à Pesquisa, projetos de pesquisa científica e/ou de inovação tecnológica apresentados por docentes especialistas, mestres e doutores e técnicos do quadro permanente do instituto.
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O objetivo geral do projeto é elaborar e aplicar atividades pedagógicas que conduzam o aluno à aquisição de certas habilidades linguística – compreensão oral, leitura, fala, escrita e visualidade – relativas à língua inglesa com o apoio das funções comuns dos celulares da pesquisa.
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Projeto ainda em andamento, mas segundo Santos Costa (2013), o laboratório de línguas móvel é uma ferramenta para inspirar, ensinar, treinar e absorvar a qualidade de excelência na habilidade de comunicação. Com este tipo de laboratório o aprendizado se torna mais autônomo e aumenta a proficiência na língua inglesa. A tecnologia móvel ajuda o aluno a aperfeiçoar suas habilidades linguísticas e podem inspirar novas formas de ensinar e aprender para ajudar o aluno a ter sucesso no domínio da língua estrangeira.
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Mobile learning ou m-learning tem sido definido de forma diferente em diferentes estudos, o que indica que ainda está em fase inicial e que tem muito a evoluir ainda. Nesta fase, as definições dos pesquisadores apresentam perspectivas diferentes e não há consenso entre elas. Por exemplo, Geddes (2004) definiu m-learning como a aquisição de qualquer conhecimento e habilidade através da utilização de tecnologia móvel, em qualquer lugar, a qualquer hora, resultando em uma alteração do comportamento do aprendiz que pode indicar o resultado de aprendizagens.

Sharma e Kitchens (2006) referem-se ao m-learning como um processo de aprendizagem que enfatiza as vantagens dos dispositivos móveis, das tecnologias de comunicação ubíquas e das interfaces inteligentes. Segundo eles, a adoção de m-learning facilitará progressos na pedagogia, nos papéis educativos, nos conteúdos curriculares e nas aulas práticas. Eles também observaram que a aprendizagem móvel combina com e-learning e pode ser um tipo deaprendizagem eclética.

Brown (2010) conceituou m-leaning como uma exploração de tecnologias ubíquas à mão, juntamente com as redes de telefonia sem fio para facilitar, apoiar, melhorar e ampliar o alcance do ensino e da aprendizagem. De acordo com Brown, m-learning está em contraste com o ensino à distância ou e-learning, isto porque a aprendizagem móvel é de curta duração, instantaneamente utilizável, permite aos usuários personalizar o conteúdo, inserir dados e gerar conteúdo.

Para Eisenberg (2007), m-learning representa possibilidades outras, um esforço bem-intencionado para ajudar ainda mais a humanidade a potencializar sua aprendizagem. Afirma que o mundo atual conectado e mercantilizado oferece aos alunosa qualquer hora e em qualquer lugar um grande acesso à informação que está organizada e acessível predominantemente fora do domínio da escola.

Sharples et al. definem dois componetes no conceito de m-learning. O primeiro é a definição de mobile (mobilidade) e o segundo é o de learning (aprendizagem). Embora o termo learning não deixe dúvidas, o conceito mobile, segundo Sharples, pode reportar-se tanto às tecnologias móveis, como à mobilidade do estudante e também à mobilidade dosconteú dos e contextos. Neste sentido, ele afirma que: “a mobilidade não deve ser apenas entendida em termos do movimento espacial, mas também em termos de transformações temporais e diminuição de fronteiras, aumentando os horizontes da aprendizagem e do acesso à informação” (2009, p. 37).

Urry ( 2007) entende mobilidade por meio do seu oposto, a estabilidade (imobilidade) ou estrutura. Para experimentar movimento tem que haver estabilidade. Adey (2006) afirma que tudo é móvel, mas não tudo de uma vez. A imobilidade começa a mover de forma bem coordenada. Por exemplo, um terminal do aeroporto é uma estrutura fixa que pressupõe as mobilidades emergentes de pessoas, aviões e lugares. Segundo Urry (2007), mobilidades implicam espaços sociais distintos que orquestram novas formas de vida social. Em ambientes educacionais estes incluem salas de aula, bibliotecas, cafés, sites, ambientes virtuais, entre outros. E todos esses espaços são abertos, instáveis e temporários.

O celular tem uma liberdade de lugar de tornar possível a convergência de comunicação com mobilidade espacial. Por exemplo, o significado do dispositivo móvel encontra-se em capacitar as pessoas para se comunicarem livres das restrições físicas (GESER, 2004). A comunicação independe de localização. Nesse sentido, o local torna-se dinâmico e sem limites. A localização / espaço pode ser em muitos lugares – como a sala de arte se torna o refeitório na hora do almoço e a sala de aula uma pista de dança em época de festa na escola.Podemos ver que o tempo ou uma ocasião social mudam o espaço. Em suma, um lugar não é fixo, é um processo (URRY, 2007).

M-learning é descrito de maneiras diferentes, mas essencialmente todas as definições consideram o trabalho com dispositivos móveis e a ocorrência de aprendizagem. Para nós m-learning não é uma tecnologia, mas a tecnologia ajuda o m-learning acontecer. É uma modalidade de ensino contextual que favorece novos tipos de comportamentos resultantes da interação sociocultural dos indivíduos e da convergência dos aspectos de usabilidade dos dispositivos móveis que permitem um fluxo de microconteúdos, possibilitando uma real aprendizagem continuada, ou seja, sem emendas entre os episódios de aprendizagem formal, não-formal e informal.

Veja todo o texto na TESE  de doutorado ( 2013).

SANTOS COSTA, Giselda. Mobile learning: explorando potencialidade com o uso do celular no ensino – aprendizagem de língua inglesa como língua estrangeira com alunos da escola pública. Tese de doutorado em Linguística. Universidade Federal de Pernambuco: Brasil, 2013.

 

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6Sabemos que, trazendo perspectivas globais para a sala de aula, pode-se envolver os alunos em um nível mais profundo. Hoje Shawna Bryce compartilha dicas para ajudar a projetos de design que incluem do mundo real, os aspectos globais.

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ImagemTer uma sala de aula BYOD pode ser uma ótima maneira de trazer a tecnologia em sua sala de aula, quando você não poderiam tê-lo. Você está deixando os alunos usar a tecnologia que eles estão bastante familiarizado e ambos os professores e os pais concordam que os alunos são muito mais engajados quando eles estão usando a sua tecnologia. Mas a implementação de uma sala de aula BYOD também pode ser um pesadelo absoluto, se você não planejar bem.

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Embora a tecnologia na sala de aula está evoluindo de computadores para tablets, um novo levantamento dos jogos e Aprendizagem  destaca que o uso de jogos na sala de aula está se tornando mais comum e os professores estão cada vez mais valorizando os jogos de habilidade têm para motivar os alunos com baixo desempenho.

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Professoras de Inglês do Campus Teresina Zona Sul do Instituto Federal do Piauí estão desenvolvendo o projeto “Celular: um laboratório de língua móvel no ensino de inglês como língua estrangeira”, que utiliza a tecnologia e as funcionalidades de telefones celulares para melhorar as habilidades linguísticas dos alunos.

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O objetivo é proporcionar aos professores de línguas estrangeiras ferramentas para incorporar as cinco habilidades linguísticas: ler, escrever, falar ouvir e ver nas práticas pedagógicas.

“O papel do professor, neste contexto, é criar o ambiente que incentiva e apóia a personalização da aprendizagem. O uso do laboratório ajudará a descobrir novas maneiras de estudar e aprender a língua. Assim o aluno se sentirá mais seguro no uso do idioma e será um aluno eficiente.

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CARVALHO,S.Euridice.;SANTOS COSTA, Giselda. Celular: um laboratório móvel de ensino de língua estrangeira. Projeto financiado pelo Instituto Federal do Piauí- PróAGRUPAR/INFRA. Teresina-Piauí, 2013.