Archive for the ‘Mobile learning’ Category

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Mobile learning ou m-learning tem sido definido de forma diferente em diferentes estudos, o que indica que ainda está em fase inicial e que tem muito a evoluir ainda. Nesta fase, as definições dos pesquisadores apresentam perspectivas diferentes e não há consenso entre elas. Por exemplo, Geddes (2004) definiu m-learning como a aquisição de qualquer conhecimento e habilidade através da utilização de tecnologia móvel, em qualquer lugar, a qualquer hora, resultando em uma alteração do comportamento do aprendiz que pode indicar o resultado de aprendizagens.

Sharma e Kitchens (2006) referem-se ao m-learning como um processo de aprendizagem que enfatiza as vantagens dos dispositivos móveis, das tecnologias de comunicação ubíquas e das interfaces inteligentes. Segundo eles, a adoção de m-learning facilitará progressos na pedagogia, nos papéis educativos, nos conteúdos curriculares e nas aulas práticas. Eles também observaram que a aprendizagem móvel combina com e-learning e pode ser um tipo deaprendizagem eclética.

Brown (2010) conceituou m-leaning como uma exploração de tecnologias ubíquas à mão, juntamente com as redes de telefonia sem fio para facilitar, apoiar, melhorar e ampliar o alcance do ensino e da aprendizagem. De acordo com Brown, m-learning está em contraste com o ensino à distância ou e-learning, isto porque a aprendizagem móvel é de curta duração, instantaneamente utilizável, permite aos usuários personalizar o conteúdo, inserir dados e gerar conteúdo.

Para Eisenberg (2007), m-learning representa possibilidades outras, um esforço bem-intencionado para ajudar ainda mais a humanidade a potencializar sua aprendizagem. Afirma que o mundo atual conectado e mercantilizado oferece aos alunosa qualquer hora e em qualquer lugar um grande acesso à informação que está organizada e acessível predominantemente fora do domínio da escola.

Sharples et al. definem dois componetes no conceito de m-learning. O primeiro é a definição de mobile (mobilidade) e o segundo é o de learning (aprendizagem). Embora o termo learning não deixe dúvidas, o conceito mobile, segundo Sharples, pode reportar-se tanto às tecnologias móveis, como à mobilidade do estudante e também à mobilidade dosconteú dos e contextos. Neste sentido, ele afirma que: “a mobilidade não deve ser apenas entendida em termos do movimento espacial, mas também em termos de transformações temporais e diminuição de fronteiras, aumentando os horizontes da aprendizagem e do acesso à informação” (2009, p. 37).

Urry ( 2007) entende mobilidade por meio do seu oposto, a estabilidade (imobilidade) ou estrutura. Para experimentar movimento tem que haver estabilidade. Adey (2006) afirma que tudo é móvel, mas não tudo de uma vez. A imobilidade começa a mover de forma bem coordenada. Por exemplo, um terminal do aeroporto é uma estrutura fixa que pressupõe as mobilidades emergentes de pessoas, aviões e lugares. Segundo Urry (2007), mobilidades implicam espaços sociais distintos que orquestram novas formas de vida social. Em ambientes educacionais estes incluem salas de aula, bibliotecas, cafés, sites, ambientes virtuais, entre outros. E todos esses espaços são abertos, instáveis e temporários.

O celular tem uma liberdade de lugar de tornar possível a convergência de comunicação com mobilidade espacial. Por exemplo, o significado do dispositivo móvel encontra-se em capacitar as pessoas para se comunicarem livres das restrições físicas (GESER, 2004). A comunicação independe de localização. Nesse sentido, o local torna-se dinâmico e sem limites. A localização / espaço pode ser em muitos lugares – como a sala de arte se torna o refeitório na hora do almoço e a sala de aula uma pista de dança em época de festa na escola.Podemos ver que o tempo ou uma ocasião social mudam o espaço. Em suma, um lugar não é fixo, é um processo (URRY, 2007).

M-learning é descrito de maneiras diferentes, mas essencialmente todas as definições consideram o trabalho com dispositivos móveis e a ocorrência de aprendizagem. Para nós m-learning não é uma tecnologia, mas a tecnologia ajuda o m-learning acontecer. É uma modalidade de ensino contextual que favorece novos tipos de comportamentos resultantes da interação sociocultural dos indivíduos e da convergência dos aspectos de usabilidade dos dispositivos móveis que permitem um fluxo de microconteúdos, possibilitando uma real aprendizagem continuada, ou seja, sem emendas entre os episódios de aprendizagem formal, não-formal e informal.

Veja todo o texto na TESE  de doutorado ( 2013).

SANTOS COSTA, Giselda. Mobile learning: explorando potencialidade com o uso do celular no ensino – aprendizagem de língua inglesa como língua estrangeira com alunos da escola pública. Tese de doutorado em Linguística. Universidade Federal de Pernambuco: Brasil, 2013.

 

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A partir de setembro, a codificação será parte do currículo do ensino primário e secundário no Reino Unido, como parte de mudanças mais amplas destinadas a aumentar a literacia informática ao lado de leitura, escrita e habilidades matemáticas para crianças britânicas.
Algumas escolas independentes estão oferecendo um vislumbre do potencial da tecnologia móvel…

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Este relatório resume os resultados do projeto, explorando as aplicações pedagógicas das tecnologias móveis para o Ensino de Alfabetização. Realizado em 2011-2012, o estudo investigou o uso de tecnologias móveis portáteis no ensino de alfabetização, tanto na área de aprendizagem do Inglês e em todo o currículo, em escolas independentes ocidentais australianas. A pesquisa foi generosamente apoiado pela Associação de Escolas Independentes da Austrália Ocidental (AISWA).

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Ensinar as habilidades essenciais da sala de aula móvel 

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50 razões  para usar Smartphones  sala de aula

Há muitas maneiras de usar um smartphone na sala de aula, mas ele continua a ser um assunto delicado.

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